sábado, 17 de novembro de 2012
Memórias de um garoto egoísta
Gostaria de expressar uma opinião, que sinceramente eu percebo. Posso? Bom, o caso é o seguinte, a uns tempos atrás escutei a expressão "pseudo-intelectuais", conheço pessoas que perguntariam, bom, mas o que você define como intelectual? Etc, etc. Simplesmente não disse nada quando ouvi a expressão, apesar de ser incluído nesse rótulo. Acho importante discutir isso, neste texto, por que acho que um assunto vai interferir profundamente em um futuro texto.
Bom, existem obviamente sentimentos ruins nas pessoas. Tenho muito deles, e ultimamente estou tentando abordar uma nova postura, minha dedução deliberadamente expressada, como a formei, através da razão obviamente. Vamos aos fatos.
Sou novo, ou seja, não tenho muito experiência prática. Porém sempre procurei saber mais e mais, então existem algumas coisas que aprendi nessa vida. Então gostaria de fazer algumas reflexões sobre essa postura, e talvez - probabilidade por enquanto pequena - xingar um pouco. Ah.
Então vou deixar isso como introdução, e agora começarei por pontos que acho interessante, falando realmente em um campo prático, que envolve a Ética e o relacionamento humano. Fumemos o texto:
Nas instituições sociais e em lugares onde temos um certo tempo de convivência com um grupo de pessoas, vamos percebendo diferentes reações perante o nosso caráter e isso é muito interessante! Gostaria de falar de algumas reações que provoquei e o que pude tirar em especial delas.
Vou bem na escola, não nego, na verdade nesse texto só quero ser direto, não quero amenizar nada. Em questão de notas sou o melhor da minha turma. Essa posição trouxe algumas situações que quero refletir nesse texto - e não vou falar sobre bullying.
Não acredito que exista grande indiferença por parte de muitas pessoas, se ocorrer é com uma ou outra, por que todo mundo se preocupa com a situação de todos perante a própria. As manifestações são tantas que fica difícil falar de todas aqui, muito difícil mesmo, porém quero pegar as que vão nos levar a algo que planejo.
Notas não significam tudo, são apenas referentes a uma parte da capacidade cognitiva, e posso perceber muitas pessoas que se saem bem na arte de pensar, muitas vezes melhor do que eu - mas faço de tudo para superá-las - pois essa arte é vasta demais, não diz respeito apenas a notas escolares. Agora entramos em algo que gostaria de dar uma atenção especial, a competição.
Competir é um ato natural, e com certeza se dá nas relações sociais, porém gostaria de citar erros cometidos frequentemente por meus adversários, e reconhecer os meus.
Bom, primeiramente, pode-se competir em relação a tudo. Porém me atenho a competições no campo cognitivo, e um pouco do funcional. Mas essa disputa é muito importante, pois nos leva a melhorar cada vez mais. Gostaria de falar da derrota. Eu não gosto de perder. Ninguém gosta.
Mas perder como todas as coisas "ruins" fazem parte da vida, então devemos aceitar a derrota. Porém gostaria de criticar algumas atitudes inerentes do péssimo perdedor.
Por que existe essa falha? Para melhorarmos, muitas vezes falhar é melhor do que ganhar! Críticas são melhores que elogios! Quando se perde, algo está errado, e consertando isso você pode melhorar ainda mais.
O primeiro erro básico é tentar achar os motivos da derrota no adversário. A culpa ( no sentido de responsabilidade, pelo amor) é totalmente tua. Pensando assim, você se torna independente do adversário, melhorando apenas seus pontos fracos, focando em suas habilidades.
Esse sentimento de que a culpa da sua derrota é justamente a vitória do oponente é terrível. Pois a partir daí você não consegue desassociar o oponente com o que está se competindo, logo, começa a ser criado um sentimento negativo contra o competidor, o qual não tem fundamento nenhum! Pois se originou do próprio erro de confundir as coisas.
Um exemplo disso, já fui chamado muitas vezes de metido, o cara que acha que sabe tudo. Quando escuto isso, tento parecer impassível, mas estou na verdade rindo por dentro. Por que NUNCA, isso mesmo, NUNCA, ouvi essa crítica sem a famosa pitada de sentimento negativo da pessoa que falava. Críticas devem ser preferivelmente de forma neutra, mas qualquer uma é aceitável.
Penso o seguinte, e se alguém não concordar comigo pode comentar aí. Se uma pessoa possui qualquer tipo de defeito, você não deve odiá-la por isso, e não é por que ninguém é perfeito, que se exploda isso. É justamente por que um defeito já impõe um sofrimento para a pessoa devido a justamente ela ter esse defeito. Então uma pessoa metida já irá sofrer por ser assim, pois é uma enganação que faz a si mesma. Perceber isso será complicado (como posso eu não perceber ainda) mas isso já é suficiente.
Agora vamos entender mais esse negócio de "se achar o sabe tudo". Olha como isso é ilógico. Se você diz que uma pessoa é assim, é justamente por que você discorda, ( óbvio que não é possível saber tudo, mas vamos nos ater somente a essa atitude) e é muito fácil desmascarar isso. Utilizando-se da Razão, é possível demonstrar a falta de conhecimento, com também ela própria se vê diante de seu grande desconhecimento.
Mas isso faz parte, por exemplo, quando decidi me tornar vegetariano, fui duramente criticado, apenas por que antes de tomar essa decisão tinha me colocado contra uma das justificativas de muitos vegetarianos, e digo que AINDA sou contra essa justificativa. Mas a ideia do vegetarianismo, ultrapassa esse argumento em muito. Mas não... Sou hipócrita por querer conhecer uma ideia, sou hipócrita por que não sou absoluto, por que não escolho uma visão e fico fechado apenas para ela. Por que não vão chupar uma vaca?
Então toda vez que vejo uma crítica feita a pessoas que estão tentando saber mais, ou se inteirar dos problemas globais, como ajudar de alguma forma, discutir e aprender novas posturas, percebo que o emissor dessa crítica, é justamente (até hoje não vi ninguém diferente) alguém que nada faz a respeito do que critica e muito menos possui uma postura melhor.
São justamente essas pessoas que talvez não cheguem até o final desse texto, aquelas que vão pensar: "As pessoas tem razão mesmo de chamar ele de metido, fica dando lição de moral". Talvez não cheguem nesse trecho: O caso é que eu vejo que já fiz isso muitas vezes, ultimamente vi duas pessoas querendo ajudar e se integrar em boas ações e sair um pouco do sistema. Eu não critiquei, mas não achei certo o caminho que elas tomaram, porém não disse nada. Agora vejo que errei em não dizer nada, ainda assim apoio totalmente a vontade de ajudar, a vontade de transformar um pedacinho de cada um. Porém vou entrar em contato com elas, e expressar minha opinião.
Depois de um tempo sem postar nada, deixo um recado para lembrá-los que eu não desisti ainda. Seja um texto prático como esse, que envolve a Ética e o relacionamento humano, seja um ensaio sobre os maiores problemas que nos assolam, minhas últimas descobertas e meus principais questionamentos ( está em pauta, mal posso esperar para escrevê-lo para vocês, na verdade eu começaria hoje, mas antes achei necessário abordar essa atitude e ainda acho necessário falar sobre mais uma coisa que vai ajudar muito na minha falsa Magnum Opus)
Antes de qualquer despedida, gostaria de pedir para esquecerem os rótulos.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Movimento relativo das pessoas rezando
Hoje, cheguei a uma conclusão. Conclusão é uma palavra tão enganadora não? Até hoje foram poucas conclusões de fato. Tudo deve estar sujeito a mudança, então é por isso que hoje vim fazer um protesto. O tempo é curto, mas muito há para se falar.
Muito curto realmente, antes de voltar aqui, reconheço minha ausência, gostaria de lembrar uma coisa. Vamos relaxar! Não sei as outras pessoas, mas percebi que naturalmente não levo as coisas a sério. Bom, algumas coisa eu acho que sim, mas as coisas que realmente não devem ser levadas a sério eu REALMENTE não levo, e dou graças por isso.
O caso é que eu já vi muitas pessoas se dizendo superiores a outras por causa de um certo aspecto ou outro e elas estarem completamente erradas, como um velho amigo meu diria: Sempre que você pensar que você é bom, terá alguém duas vezes melhor, e todas as vezes que você pensar que é ruim, terá alguém muito pior... E isso é interessante, não nego que eu muitas vezes já fiz isso! Porém acho que eu tenho uma vantagem - ironia? - que seria: Eu simplesmente não ligo.
A condenação, eu sou bom por causa disso, você é ruim por causa daquilo. Essa é a ideia bem prematura, mas guardem minhas palavras, vou retornar com isso. Tomara que eu lembre desse texto. Talvez se juntar tudo dos meus rascunhos - esse aqui já não é mais um deles - dê para fazer um suco.
Muito curto realmente, antes de voltar aqui, reconheço minha ausência, gostaria de lembrar uma coisa. Vamos relaxar! Não sei as outras pessoas, mas percebi que naturalmente não levo as coisas a sério. Bom, algumas coisa eu acho que sim, mas as coisas que realmente não devem ser levadas a sério eu REALMENTE não levo, e dou graças por isso.
O caso é que eu já vi muitas pessoas se dizendo superiores a outras por causa de um certo aspecto ou outro e elas estarem completamente erradas, como um velho amigo meu diria: Sempre que você pensar que você é bom, terá alguém duas vezes melhor, e todas as vezes que você pensar que é ruim, terá alguém muito pior... E isso é interessante, não nego que eu muitas vezes já fiz isso! Porém acho que eu tenho uma vantagem - ironia? - que seria: Eu simplesmente não ligo.
A condenação, eu sou bom por causa disso, você é ruim por causa daquilo. Essa é a ideia bem prematura, mas guardem minhas palavras, vou retornar com isso. Tomara que eu lembre desse texto. Talvez se juntar tudo dos meus rascunhos - esse aqui já não é mais um deles - dê para fazer um suco.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Para onde foram as salsichas?
O que você vai fazer?
Simplesmente assim, eu pergunto, o que nós vamos fazer?
Nós somos alienados de muitas coisas, mas podemos procurar nos "desalienarmos". E quando você procura isso o que acontece? Você fica sabendo que algumas atitudes que toma no seu dia-a-dia causam até mortes, de animais, de pessoas.
Pode ser que até depois de saber algumas coisas você queira voltar a ser como antes. Parece ser melhor estar alienado do que continuar sua vida sabendo quanto mal existe por aí, e pior, quanto mal tem a sua grande contribuição.
Então eu no caso, não sei se alguns param e tentam mudar.
É grotesco é foda. Por que é muito tenso mudar hábitos enraizados por uma cultura, enraizados por todos a sua volta, principalmente você. É se libertar do Matrix. Quando você escolhe a pílula vermelha, você paga um preço. Só que não somos como o Neo, não temos nenhum tipo de super poder e não somos "o Escolhido". Somos humanos, perecíveis, suscetíveis a males e dores. E quando nos damos conta disso...
Ainda assim, depois de tentar sair dessa alienação, (que ao meu ver pode ser uma benção) você tem que decidir. Mas antes gostaria de perguntar uma coisa.
Existem penas para assassinos, porém se provado que o réu tem problemas mentais ele é absolvido e mandado para uma clínica de tratamento. O fato é: Quem não tem conhecimento do mal que causa, é culpado pelo mesmo? (gostaria de convidar a qualquer um que leu isto a responder nos comentários ou o que valha).
Agora enfim: O ultimato. A partir do momento em que tomamos conhecimento do mal que causamos temos duas opções: Continuar causando o mesmo, ignorando-o. Ou mudarmos, fazermos o maior esforço possível, para averiguar que estamos matando esse mal. A primeira opção é triste.
Eu entendo que aquele que faz um mal sem ter conhecimento pelo mesmo não deve ser culpado. Mas se você resolveu sair da máscara que colocam, (penso agora se não é para o nosso bem) você é um ser que pratica o mal, e tem consciência disso. Você se condenaria? ( Eu sim ). Tudo tem seu preço, a ignorância pode parecer ruim, mas se quando se sai dela, parece que está empatado. Tudo tem seus dois lados, nada é só bom.
Então, agora não existe mais volta. Para quem quis sair da venda que impedia o conhecimento desse mal não existe retorno. Você não pode mais voltar a não saber de tudo que nós provocamos de tanto mal, de tanto... Só lembro uma coisa, uma vez que não tentemos mudar, estamos fazendo algo conscientemente, e estamos vestindo nossa manta de culpa. COMEMOS A MAÇÃ PROIBIDA! TALVEZ VEJAMOS MUITO ALÉM DO QUE MUITOS, MAS PAGAMOS UM ALTO PREÇO POR ISSO.
Só nos resta mudar, ou não.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
A bela dor
Conselho, pulem o primeiro texto, que ficou uma droga, e leiam o segundo, que ficou menos ruim.
Ontem quase me mataram. Hoje eu quase morri.
Estava eu, na noite de ontem, conversando com uma pessoa querida. Então, como sempre faço para uma pessoa que me interessa, sugeri que ela desse uma olhadinha no meu blog, para fins de uma leitura avulsa de graça. Sem graça.
Até aí tudo bem, estava tudo sobre controle (não do jeito que eu queria que estivesse, mas isso não importa muito, por que o jeito que eu queria que estivesse é diferente do que eu ando normalmente, mas pretendo ser assim um dia) tudo normal. Até que eu fiz a minha sugestão, e a pessoa teve a felicidade de me perguntar: "E para que serve esse seu blog?"
Ah Arthur, dedicar um post inteiro sobre isso? Não, não vai ser todo o post, a outra metade é a que estou com mais vontade de discorrer sobre. Mas então, pode parecer a coisa mais clichê aquele papo de: Qual a função do meu blog, para que ele serve? Estou tentando manter distancia desse tipo de pensamento ultimamente...
Porém... É, porém. Eu não soube responder. De fato seria simples dizer belas palavras do tipo: Meu blog é uma passagem na qual expresso por meio da escrita, pensamentos e opiniões, ao mesmo tempo em que, na medida do possível, consigo manter contato com os leitores e provocar o senso crítico nos mesmos. Na verdade tudo isso é tentativa, é me vendar e atirar no escuro. Talvez isso aconteça, talvez não. Mas seria uma boa reposta, e em alguns casos, pode ser verdade.
Porém, não respondi. Não por que eu não considerei que não houvesse resposta que respondesse devidamente a pergunta, mas simplesmente, por que EU NÃO SEI. Não sei por que escrevo aqui, mas sei por que escrevo. E isso não é nenhum paradoxo.
Não poderia responder a pergunta: "Por que você escreve no seu blog?". Porém, facilmente respondo a questão: "Por que você escreve?". Para esclarecer, vou responder ao segundo questionamento.
Eu escrevo por que gosto, é ao mesmo tempo algo que tenho prazer em fazer e treina meu cérebro. Eu aprecio qualquer tipo de treinamento intelectual, escrever é um deles. A escrita representa para mim, algo que uma professora muito querida já disse uma vez: "Eu escrevo para saber que eu existo". Infelizmente não pretendo prolongar muito essa parte. Mas em suma é isso; um ato no qual eu posso ver ideias saindo da abstração da conturbada mente e por fim: formando um texto.
Então, por que não posso responder à primeira pergunta? Bom, vamos lá.
O ato de escrever, simplesmente por escrever, não pede algo além disso. Se escrevo uma poesia em um papel higiênico, eu posso até guardá-la e lê-la, porém não precisarei que mais ninguém leia, pois a minha única necessidade era: escrever.
Então qual o sentido, em colocar textos em um blog? Por que não crio os arquivos no word e os guardo para mim mesmo? Será que é para compartilhar conhecimento? De fato. Mas mesmo assim é muito vazio, não sei quem vê, nem se vão consumir esse conhecimento. Bom, mas eu não gosto do bom, prefiro o excelente.
A ideia de blog, já vem com o conceito de que alguém pode ler. Então você escreve um texto e fica ansioso para receber os comentários e ah, cansei de falar sobre isso. Vamos para o próximo assunto. (finalmente)
Digamos que um texto muito técnico (tirando algumas partes, não fiz com o aquele tesão da coisa). E novamente estou aqui, escrevendo esse rodapé, para quê? Me identifiquei muito, mas ainda existem pontos que não me vejo dentro dessa corrente. Vou assim, achando minha própria filosofia. Vivendo, sonhando! A partir de hoje mais do que nunca, por que eu sei, eu tenho certeza, que tenho que fazer essa vida valer a pena. E isso não tem nada a ver com você, e sim comigo. Finalmente uma luz. A dor esclarecida, se torna bela.
Ontem quase me mataram. Hoje eu quase morri.
Estava eu, na noite de ontem, conversando com uma pessoa querida. Então, como sempre faço para uma pessoa que me interessa, sugeri que ela desse uma olhadinha no meu blog, para fins de uma leitura avulsa de graça. Sem graça.
Até aí tudo bem, estava tudo sobre controle (não do jeito que eu queria que estivesse, mas isso não importa muito, por que o jeito que eu queria que estivesse é diferente do que eu ando normalmente, mas pretendo ser assim um dia) tudo normal. Até que eu fiz a minha sugestão, e a pessoa teve a felicidade de me perguntar: "E para que serve esse seu blog?"
Ah Arthur, dedicar um post inteiro sobre isso? Não, não vai ser todo o post, a outra metade é a que estou com mais vontade de discorrer sobre. Mas então, pode parecer a coisa mais clichê aquele papo de: Qual a função do meu blog, para que ele serve? Estou tentando manter distancia desse tipo de pensamento ultimamente...
Porém... É, porém. Eu não soube responder. De fato seria simples dizer belas palavras do tipo: Meu blog é uma passagem na qual expresso por meio da escrita, pensamentos e opiniões, ao mesmo tempo em que, na medida do possível, consigo manter contato com os leitores e provocar o senso crítico nos mesmos. Na verdade tudo isso é tentativa, é me vendar e atirar no escuro. Talvez isso aconteça, talvez não. Mas seria uma boa reposta, e em alguns casos, pode ser verdade.
Porém, não respondi. Não por que eu não considerei que não houvesse resposta que respondesse devidamente a pergunta, mas simplesmente, por que EU NÃO SEI. Não sei por que escrevo aqui, mas sei por que escrevo. E isso não é nenhum paradoxo.
Não poderia responder a pergunta: "Por que você escreve no seu blog?". Porém, facilmente respondo a questão: "Por que você escreve?". Para esclarecer, vou responder ao segundo questionamento.
Eu escrevo por que gosto, é ao mesmo tempo algo que tenho prazer em fazer e treina meu cérebro. Eu aprecio qualquer tipo de treinamento intelectual, escrever é um deles. A escrita representa para mim, algo que uma professora muito querida já disse uma vez: "Eu escrevo para saber que eu existo". Infelizmente não pretendo prolongar muito essa parte. Mas em suma é isso; um ato no qual eu posso ver ideias saindo da abstração da conturbada mente e por fim: formando um texto.
Então, por que não posso responder à primeira pergunta? Bom, vamos lá.
O ato de escrever, simplesmente por escrever, não pede algo além disso. Se escrevo uma poesia em um papel higiênico, eu posso até guardá-la e lê-la, porém não precisarei que mais ninguém leia, pois a minha única necessidade era: escrever.
Então qual o sentido, em colocar textos em um blog? Por que não crio os arquivos no word e os guardo para mim mesmo? Será que é para compartilhar conhecimento? De fato. Mas mesmo assim é muito vazio, não sei quem vê, nem se vão consumir esse conhecimento. Bom, mas eu não gosto do bom, prefiro o excelente.
A ideia de blog, já vem com o conceito de que alguém pode ler. Então você escreve um texto e fica ansioso para receber os comentários e ah, cansei de falar sobre isso. Vamos para o próximo assunto. (finalmente)
Hoje eu quase morri,
Voltando no assunto anterior, é, voltando nele... Hoje eu li o conceito do Estoicismo na minha apostila de Filosofia. É complicado, vou fazer uma síntese da síntese.
Podemos mudar drasticamente de atitude em apenas um dia não? Sim, podemos. Tive a felicidade de aprender como mudar assim, sem necessitar do sofrimento, pois o sofrimento muda as pessoas drasticamente, e muitas vezes para melhor. Essa minha técnica de não precisar sofrer é boa, mas o sofrimento às vezes é mais esperto, e me mostra o outro lado.
A mudança hoje não foi drástica, eu apenas percebi. Sim, percebi e me identifiquei na maioria dos princípios dessa corrente filosófica. (Estou pensando se devo colocar um texto sobre ela antes desse, bom agora acho que vou por, então vou lá transcrever. Pronto terminei, continuemos).
Primeiramente algo que é muito importante e sobre o que eu já trabalhei sobre no blog, é se o sofrimento é algo realmente ruim. Bom, várias revoluções e bons pensamentos surgiram depois de épocas difíceis. E épocas difíceis não são nada além de uma briga. Podem imaginar o que coisas maiores não poderiam fazer?
Mas não estamos falando de masoquismo por aqui. A dor. No texto sobre Estoicismo, pode-se perceber uma pequena mas importante recordação de uma parte do pensamento de Heráclito. ( Aconselho a leitura do texto "Contrários Harmoniosos", no início do blog)
A citação: O homem comum olha o quente e e o frio, e pensa que o quente pode viver sem o frio, e vice-versa. O que nos leva a pensar, o bem. Tudo aquilo que é bom. A felicidade, a alegria, o amor. Poderiam eles viver sem a raiva, a tristeza? Não, pois são necessários. Essa dualidade faz parte da natureza do ser humano, fugir dela é uma atitude nessa visão, no mínimo insensata.
Pretendo pensar mais sobre a questão de emoções em um futuro texto, o qual vou ligar com elementos do Estoicismo e desse texto aqui.
Ultimamente, o pensamento de que certas atitudes, como sofrer por algo que não pode ser mudado, são totalmente inúteis e dispensáveis, sendo consideradas por mim como empecilhos na busca pela sabedoria veio me assolando, furtivamente. Quando me dei conta dos princípios dessa corrente filosófica, parei e vi que tudo isso era bom.
E a medida que li, percebi como aquilo era a minha cara. O princípio que prega essa "Apatia Estoica" é muito interessante, pois existem coisas que não necessitam de tamanho interesse. Coisas que não vão mudar, que independem da sua vontade.
Foi então que a melhor parte veio! Sim, a parte que diz respeito não a fenômenos naturais ou dificuldades ao longo dessa vida. Mas sim algo sobre as pessoas, você não poder controlar o que uma pessoa pensa de você!
Sempre tentei me importar o mínimo com o que os outros pensam de mim, por que eu ficar me preocupando com o que fulano acha de uma atitude que muitas vezes pôde ter sido mal interpretada, é algo completamente inútil, pois não vai mudar o que ele pensa.
Hoje eu quase morri, o que me levou novamente a questão do blog, e também, por que parece que estou no caminho certo. Independente do sentido desse blog, independente da sua opinião.
Primeiramente algo que é muito importante e sobre o que eu já trabalhei sobre no blog, é se o sofrimento é algo realmente ruim. Bom, várias revoluções e bons pensamentos surgiram depois de épocas difíceis. E épocas difíceis não são nada além de uma briga. Podem imaginar o que coisas maiores não poderiam fazer?
Mas não estamos falando de masoquismo por aqui. A dor. No texto sobre Estoicismo, pode-se perceber uma pequena mas importante recordação de uma parte do pensamento de Heráclito. ( Aconselho a leitura do texto "Contrários Harmoniosos", no início do blog)
A citação: O homem comum olha o quente e e o frio, e pensa que o quente pode viver sem o frio, e vice-versa. O que nos leva a pensar, o bem. Tudo aquilo que é bom. A felicidade, a alegria, o amor. Poderiam eles viver sem a raiva, a tristeza? Não, pois são necessários. Essa dualidade faz parte da natureza do ser humano, fugir dela é uma atitude nessa visão, no mínimo insensata.
Pretendo pensar mais sobre a questão de emoções em um futuro texto, o qual vou ligar com elementos do Estoicismo e desse texto aqui.
Ultimamente, o pensamento de que certas atitudes, como sofrer por algo que não pode ser mudado, são totalmente inúteis e dispensáveis, sendo consideradas por mim como empecilhos na busca pela sabedoria veio me assolando, furtivamente. Quando me dei conta dos princípios dessa corrente filosófica, parei e vi que tudo isso era bom.
E a medida que li, percebi como aquilo era a minha cara. O princípio que prega essa "Apatia Estoica" é muito interessante, pois existem coisas que não necessitam de tamanho interesse. Coisas que não vão mudar, que independem da sua vontade.
Foi então que a melhor parte veio! Sim, a parte que diz respeito não a fenômenos naturais ou dificuldades ao longo dessa vida. Mas sim algo sobre as pessoas, você não poder controlar o que uma pessoa pensa de você!
Sempre tentei me importar o mínimo com o que os outros pensam de mim, por que eu ficar me preocupando com o que fulano acha de uma atitude que muitas vezes pôde ter sido mal interpretada, é algo completamente inútil, pois não vai mudar o que ele pensa.
Hoje eu quase morri, o que me levou novamente a questão do blog, e também, por que parece que estou no caminho certo. Independente do sentido desse blog, independente da sua opinião.
Digamos que um texto muito técnico (tirando algumas partes, não fiz com o aquele tesão da coisa). E novamente estou aqui, escrevendo esse rodapé, para quê? Me identifiquei muito, mas ainda existem pontos que não me vejo dentro dessa corrente. Vou assim, achando minha própria filosofia. Vivendo, sonhando! A partir de hoje mais do que nunca, por que eu sei, eu tenho certeza, que tenho que fazer essa vida valer a pena. E isso não tem nada a ver com você, e sim comigo. Finalmente uma luz. A dor esclarecida, se torna bela.
Estoicismo
Bom, como vão perceber no texto que irei publicar daqui a pouco - o qual eu parei na metade para escrever isso aqui - o Estoicismo foi uma descoberta encantadora na minha vida. Aqui vai as partes que considero mais relevantes para o iminente texto. Apostila de Filosofia. Autor: O de sempre, Romulo Vitor Braga (já até decorei).
"O Estoicismo é a principal escola filosófica do périodo helenístico e com os pensamentos de Sócrates, Platão e Aristóteles. [...]
O Estoicismo foi uma filosofia helenística que teve vida longa, pois adentrou o Impe´rio Romano por meio dos pensadores romanos Marco Aurélio, Cícero e Sêneca.
Esse pensamento porpõe a divisão da Filosofia em três parte fundamentais: física, lógica e ética. Essas trÊs partes formam um conjunto explicado pela metáfora de uma árvore. A física é a raíz, a lógica seria o tronco e ética seriam os frutos dessa árvore. Por meio dessa metáfora, podemos notar que a finalidade de todo conhecimento da natureza (a física) e da lógica deve proporcionar uma arte de viver bem (a ética).
[...] O homem é uma semente dessa razão divina, ou melhor, é um modelo no microcosmo em ressonância com o macrocosmo. Isso quer dizer que da mesma maneira que o universo funciona também o homem funciona.
Ora, nesse contexto, como deve se portar o homem diante da vida e do universo? Para o estoico, ao compreender que é um ser racional que possui uma maneira de ser de acordo com o universo, o homem deve entrar em harmonia com esse cosmo e viver de acordo com suas leis.
Diante disso, não há motivo para desespero até mesmo diante do sofrimento. Se a dor existe, ela é parte integrante do homem e do universo, e, portanto, é boa. Se o homem escolhe se revoltar contra a dor é porque não compreende que ela é parte de uma harmonia cosmológica perfeita.
Isso vai gerar uma atitude muito austera diante da vida. Ao estoico, sofrer pela dor não faz o menor sentido. Por exemplo, a morte lhe é um fato natural, portanto, não o pode abalar.
Essa noção de razão divina (logos) vai gerar outra postura. Se é a razão divina que gere o mundo, cabe ao homem saber o que ele pode mudar e o que deve aceitar resignadamente.
O Filósofo estoico nos pede incessantemente para que não soframos com aquilo que não é de nosso controle, ou com aquilo que não depende de nós. Por exemplo, as intempéries da natureza estão fora do nosso controle, portanto, não devem ser causa de preocupação ou aflição. O tempo não está sob nosso controle, portanto, não pode ser uma preocupação. A velhice e as doenças são inevitáveis, portanto, não podem ser motivos de aflição. O mesmo ocorre como o que outras pessoas pensam de nós. Por mais que façamos o bem ou pensemos que estamos fazendo o bem, o que uma pessoa pensa sobre nós ou sente por nós não está sobre nosso controle. Portanto, não deve ser objeto de nossa ocupação.
O que o estoicismo quer nos dizer é que a vida, o tempo, o amor, a dor, ou seja, o universo já estava aqui antes de nós e vai continuar depois que nós nos formos. O que ocorre no universo e, eventualmente, na nossa vida não é pessoal, mas uma lei que rege tudo o que está inserido no cosmos."
"O Estoicismo é a principal escola filosófica do périodo helenístico e com os pensamentos de Sócrates, Platão e Aristóteles. [...]
O Estoicismo foi uma filosofia helenística que teve vida longa, pois adentrou o Impe´rio Romano por meio dos pensadores romanos Marco Aurélio, Cícero e Sêneca.
Esse pensamento porpõe a divisão da Filosofia em três parte fundamentais: física, lógica e ética. Essas trÊs partes formam um conjunto explicado pela metáfora de uma árvore. A física é a raíz, a lógica seria o tronco e ética seriam os frutos dessa árvore. Por meio dessa metáfora, podemos notar que a finalidade de todo conhecimento da natureza (a física) e da lógica deve proporcionar uma arte de viver bem (a ética).
[...] O homem é uma semente dessa razão divina, ou melhor, é um modelo no microcosmo em ressonância com o macrocosmo. Isso quer dizer que da mesma maneira que o universo funciona também o homem funciona.
Ora, nesse contexto, como deve se portar o homem diante da vida e do universo? Para o estoico, ao compreender que é um ser racional que possui uma maneira de ser de acordo com o universo, o homem deve entrar em harmonia com esse cosmo e viver de acordo com suas leis.
Diante disso, não há motivo para desespero até mesmo diante do sofrimento. Se a dor existe, ela é parte integrante do homem e do universo, e, portanto, é boa. Se o homem escolhe se revoltar contra a dor é porque não compreende que ela é parte de uma harmonia cosmológica perfeita.
Isso vai gerar uma atitude muito austera diante da vida. Ao estoico, sofrer pela dor não faz o menor sentido. Por exemplo, a morte lhe é um fato natural, portanto, não o pode abalar.
Essa noção de razão divina (logos) vai gerar outra postura. Se é a razão divina que gere o mundo, cabe ao homem saber o que ele pode mudar e o que deve aceitar resignadamente.
O Filósofo estoico nos pede incessantemente para que não soframos com aquilo que não é de nosso controle, ou com aquilo que não depende de nós. Por exemplo, as intempéries da natureza estão fora do nosso controle, portanto, não devem ser causa de preocupação ou aflição. O tempo não está sob nosso controle, portanto, não pode ser uma preocupação. A velhice e as doenças são inevitáveis, portanto, não podem ser motivos de aflição. O mesmo ocorre como o que outras pessoas pensam de nós. Por mais que façamos o bem ou pensemos que estamos fazendo o bem, o que uma pessoa pensa sobre nós ou sente por nós não está sobre nosso controle. Portanto, não deve ser objeto de nossa ocupação.
O que o estoicismo quer nos dizer é que a vida, o tempo, o amor, a dor, ou seja, o universo já estava aqui antes de nós e vai continuar depois que nós nos formos. O que ocorre no universo e, eventualmente, na nossa vida não é pessoal, mas uma lei que rege tudo o que está inserido no cosmos."
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Arapuca
Meus últimos contatos com os filósofos Iluministas têm sido magníficos. Suas ideias me fascinaram de um modo muito diferente de qualquer coisa. Meus pensamentos, minhas críticas, vi muito disso neles. Agora vou procurar estudar mais todos eles, para enfim, criar minha própria filosofia.
É complicado dizer isso, mas perceber que estou em uma época pobre me deixa perturbado. Essa época ao qual me refiro é apenas um período pelo qual estou passando, no qual considero que não estou sendo crítico e pensador o suficiente. Filósofo. Confesso que a perturbação é extremamente essencial. Essencial para sairmos da inércia de continuarmos parados, mesmo que avançando. É preciso acelerar mais e mais. Pois o tempo é curto.
Terminando uma das grandes obras épicas que já li, me vejo em um impasse. Vou então procurar novos meios para seduzir e saciar minha busca por conhecimento e sabedoria. Mas isso não é o que mais me incomoda.
Estou incomodado realmente por ver como está tudo tão errado e perdido. "A vida pode ser a pior benção ou maldição que alguém pode te lançar". E uma aula sobre teóricos magníficos só me ajuda a pensar mais no assunto.
O caso é que, eu sempre soube que não seria fácil seguir por esse caminho. Um caminho em busca da verdade. Será? Mas com certeza um caminho em busca do conhecimento. Sim, isso sim. Pois ele me fascina, e as pessoas que o desenvolvem também. E essa certeza minha veio cedo, no Mito da Caverna de Platão já podemos identificar essa dificuldade e condenação, por parte daqueles que não desejam seguir o mesmo caminho.
É claro que isso não mexe muito comigo, o maior problema é querer que eles também sigam. E aí vem outro ponto da minha jornada; a Solidão. Sim, a solidão pois não há como buscar o mesmo em conjunto! Vejo a minha aventura como uma grande estrada. Nela eu posso caminhar, correr, ou me teletransportar de áreas do saber diferentes, e as quais eu esteja conhecendo. Nessa grande rede de saberes, eu posso encontrar - e encontro - muitas pessoas. Porém, não posso andar com nenhuma delas, eu tenho que seguir.
A Solidão em si, não é o problema, me desculpo se foi essa a impressão que dei. Mas observe que as pessoas que eu vou entrar em contato, durante minha jornada, também estão avançando - a maioria - e o grande problema em si, é aquelas que estão paradas.
Confesso que apesar desse primeiro ponto ser às vezes desconcertante, é duplamente recompensador, foi isso que escolhi, e assim vou persistir até meus últimos dias.
AH! Vi hoje um comentário de uma pessoa diferente aqui no blog. Vamos honrar. Agradeço àqueles que perceberam a mudança no meu jeito de escrever, não tem a ver com nenhuma técnica, apenas na voz do texto. Está diferente, espero que, a mutação completa seja muito boa, e cada vez mais inteligente. Em especial nesse texto, que ficou para lá de pessoal, ( o que não me agradou, nem um pouco) a inspiração fica no outro mundo, para o qual sinto necessidade de partir imediatamente, e acredito que já estou indo.
É complicado dizer isso, mas perceber que estou em uma época pobre me deixa perturbado. Essa época ao qual me refiro é apenas um período pelo qual estou passando, no qual considero que não estou sendo crítico e pensador o suficiente. Filósofo. Confesso que a perturbação é extremamente essencial. Essencial para sairmos da inércia de continuarmos parados, mesmo que avançando. É preciso acelerar mais e mais. Pois o tempo é curto.
Terminando uma das grandes obras épicas que já li, me vejo em um impasse. Vou então procurar novos meios para seduzir e saciar minha busca por conhecimento e sabedoria. Mas isso não é o que mais me incomoda.
Estou incomodado realmente por ver como está tudo tão errado e perdido. "A vida pode ser a pior benção ou maldição que alguém pode te lançar". E uma aula sobre teóricos magníficos só me ajuda a pensar mais no assunto.
O caso é que, eu sempre soube que não seria fácil seguir por esse caminho. Um caminho em busca da verdade. Será? Mas com certeza um caminho em busca do conhecimento. Sim, isso sim. Pois ele me fascina, e as pessoas que o desenvolvem também. E essa certeza minha veio cedo, no Mito da Caverna de Platão já podemos identificar essa dificuldade e condenação, por parte daqueles que não desejam seguir o mesmo caminho.
É claro que isso não mexe muito comigo, o maior problema é querer que eles também sigam. E aí vem outro ponto da minha jornada; a Solidão. Sim, a solidão pois não há como buscar o mesmo em conjunto! Vejo a minha aventura como uma grande estrada. Nela eu posso caminhar, correr, ou me teletransportar de áreas do saber diferentes, e as quais eu esteja conhecendo. Nessa grande rede de saberes, eu posso encontrar - e encontro - muitas pessoas. Porém, não posso andar com nenhuma delas, eu tenho que seguir.
A Solidão em si, não é o problema, me desculpo se foi essa a impressão que dei. Mas observe que as pessoas que eu vou entrar em contato, durante minha jornada, também estão avançando - a maioria - e o grande problema em si, é aquelas que estão paradas.
Confesso que apesar desse primeiro ponto ser às vezes desconcertante, é duplamente recompensador, foi isso que escolhi, e assim vou persistir até meus últimos dias.
Aterrisse, meu jovem.
Aterrissar é uma das piores coisas que eu já experimentei, pretendo manter meus pés o mais longe possível do solo. Porém, não se pode abandonar por completo algumas ligações mundanas. (isso gera uma discussão legal também). O caso é que quando trago isso para a minha vida, vejo como é difícil espalhar todos esses ideais, toda essa matutação em minha cabeça. Eu já disse a dificuldade de se expressar uma ideia! (texto "Habitat Natural", é só procurar aí, se quiser é claro) E como se não bastasse isso, existem alguns que realmente, não querem entender.
Mas o que será tudo isso?! Um desabafo? Um momento de fraqueza nessa busca? Não, um momento de verdadeira reafirmação.
Isso é um aviso a mim mesmo. É um alarme de que preciso me movimentar, preciso pensar mais e mais. Mas como eu sempre fiz, e provavelmente sempre vou fazer, eu te convido! Venha comigo, comece a teletransportar, comece a correr, e se não for possível, tente ao menos engatinhar na busca pela iluminação da mente. Na busca por nos tornarmos os verdadeiros profetas. ( Sugestão de livro: Sejam sábios, tornem-se profetas, George Charpak e Roland Omnès)
Devo parar por aqui, espero muito mais de mim na próxima, não considero isso nem sequer um texto. Mas peço, pois mais em vão que seja, (pois sei que é quase inútil). Não fique parado. Não deixe isso ser mais um texto que te incentiva a mudar sua postura e você deixa de lado. É recompensador, e eu, que saí de lá por um momento muito breve, desejo retornar com todas as forças. Aproveite, e pegue uma carona.
AH! Vi hoje um comentário de uma pessoa diferente aqui no blog. Vamos honrar. Agradeço àqueles que perceberam a mudança no meu jeito de escrever, não tem a ver com nenhuma técnica, apenas na voz do texto. Está diferente, espero que, a mutação completa seja muito boa, e cada vez mais inteligente. Em especial nesse texto, que ficou para lá de pessoal, ( o que não me agradou, nem um pouco) a inspiração fica no outro mundo, para o qual sinto necessidade de partir imediatamente, e acredito que já estou indo.
sábado, 8 de setembro de 2012
Como pode assim?
Oh humana a tua dor
Será fraca? Causa
muito mais frio que calor?
Mas você simplesmente
desapareceu.
Com uma palavra de
adeus
Os dados da vida não
param,
De brincar se
cansaram
E você aonde está?
Nesse maremoto de
emoções?
Não sabes como dói.
Deixar-te ir, para
voltar como nunca foi
E assim ser como eu
não quero
Sem teu jeito ,
tamanho esmero
Perder para a
distância
Perder para o romance
Dizer a mentira
imaculada
Na forma desculpada
Mas de que tudo isso
importa?
Agora me complico,
chega a hora
Vá, há outros mundos
além desse
Entristecer antes eu
do que você.
Valeu de muito, pois
me situaste,
A me tornar mais
forte ajudaste
E escrevo aqui nas
desesperanças de judeus
Que talvez isso nunca
seja lido pelos olhos teus
E quando os judeus
sofriam, a Rosa
Ela queimava, e dessa
vez a Rosa
Nem branca, nem rosa
ficou
Simplesmente se
apagou
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Um ponto sobre diálogo.
Trecho da apostila de Filosofia do Poliedro sobre Platão. Autor: Romulo Vitor Braga.
"Por que diálogo?"
"O diálogo consegue proporcionar a experiência de que o conhecimento deve passar por um processo de purificação ou de elevação que segue determinados estágios inferiores para adentrar estágios superiores.
Além disso,o diálogo oferece uma carga dramática necessária para que seja possível compreender que, apesar de envolver linguagem fundamentalmente teórico, a Filosofia requer um esforço, determinação e postura, que de fato, estão aliem da vida do cotidiano. [...]
Para o filósofo, os sofistas não agrediam ninguém fisicamente, mas faziam uso da violência da palavra. Em um dos seus diálogos, usa de palavras duras para descrever a atitude de um sofista em particular que " salta como uma fera, pronta para dilacerar" para fazer calar Sócrates.
Para ele, os sofistas odeiam a Filosofia por ela não reconhecer no prazer das paixões o princípio necessário da vida humana. Portanto, quando o sofista quer defender apensa a aparência da verdade, eles está se esforçando para defender algo mutável, que se alterna de acordo com a vontade, algo que não é fixo, mas que muda a bel-prazer. O sofista, então, defender a opinião subjetiva que não tem fundamento autêntico, mas que apenas quer satisfazer uma opinião pessoal arbitrária a qual, como a criança, muda de acordo com sua satisfação passageira. O sofista quer defender a aparência, quer dizer aquilo que o homem, preso ao mundo físico, das paixões, da opinião (Essa parte aqui é bem interessante), quer ouvir. A filosofia todavia, procura a verdade que nem todos estão dispostos a enfrentar. "
"Por que diálogo?"
"O diálogo consegue proporcionar a experiência de que o conhecimento deve passar por um processo de purificação ou de elevação que segue determinados estágios inferiores para adentrar estágios superiores.
Além disso,o diálogo oferece uma carga dramática necessária para que seja possível compreender que, apesar de envolver linguagem fundamentalmente teórico, a Filosofia requer um esforço, determinação e postura, que de fato, estão aliem da vida do cotidiano. [...]
Para o filósofo, os sofistas não agrediam ninguém fisicamente, mas faziam uso da violência da palavra. Em um dos seus diálogos, usa de palavras duras para descrever a atitude de um sofista em particular que " salta como uma fera, pronta para dilacerar" para fazer calar Sócrates.
Para ele, os sofistas odeiam a Filosofia por ela não reconhecer no prazer das paixões o princípio necessário da vida humana. Portanto, quando o sofista quer defender apensa a aparência da verdade, eles está se esforçando para defender algo mutável, que se alterna de acordo com a vontade, algo que não é fixo, mas que muda a bel-prazer. O sofista, então, defender a opinião subjetiva que não tem fundamento autêntico, mas que apenas quer satisfazer uma opinião pessoal arbitrária a qual, como a criança, muda de acordo com sua satisfação passageira. O sofista quer defender a aparência, quer dizer aquilo que o homem, preso ao mundo físico, das paixões, da opinião (Essa parte aqui é bem interessante), quer ouvir. A filosofia todavia, procura a verdade que nem todos estão dispostos a enfrentar. "
terça-feira, 28 de agosto de 2012
A feiura nossa
O mundo é cruel. Mas já matamos o verdadeiro significado de mundo. A realidade é triste, e você nada vai fazer a respeito disso.
Esteja você, na idade em que estiver, pare de ler o texto, e olhe a sua volta, esse mundo é bom? Pergunta difícil de lidar não? Bom, então faremos o seguinte, irei discorrer com a visão de alguém que sofreu pouco, muito pouco, então talvez esteja menos anestesiado dos efeitos das dores que a vida pode causar.
O MAIS IMPORTANTE DE TUDO: Seu idiota, me perdoem as damas, vou lembrar que antes de lerem esse texto ESQUEÇAM que quem escreve aqui é Arthur. Será melhor, acreditem.
Olá! Meu nome é Arthur. (Mas não o Arthur que você está pensando) Estou escrevendo um texto motivado pelos sentimentos negativos do homem. Situações corriqueiras - Sei que parece incrível, mas coisas ruins fazem parte das situações corriqueiras - me influenciaram a escrever.
Somos falsos, mentimos. Somos fracos e sem coragem. Mas ainda dizemos boas palavras.
O caso é que, a vida é um sofrimento total, para alguém que é bom. Se você acha que a vida não é ruim, que viver é uma dádiva, você não é uma pessoa totalmente boa.
Saiba em primeiro lugar, que você, está matando pessoas. Sim, para você viver, você mata as pessoas. Mas isso é tão injusto! EU não tenho culpa! Imagina se não, esse seu pensamento é um dos principais problemas do mundo.
Quero ver quantas pessoas entrarão em conflito com o que eu vou dizer aqui, obviamente que a maioria não irá se pronunciar, mas isso é bonito. É bonito, por que estou falando dos problemas do mundo, e você não vai se preocupar com eles! NÃO! Vós preocupareis com os meus erros, e não vereis eu estou apontando o dedo para vós e para mim.
Feísmo é a palavra. Feísmo é a reflexão. A noção de como tudo pode ser feio. Irei exemplificar em uma história, uma não, várias.
"Um garoto chamado Júlio tinha acabado de entrar no colegial. Ele só estava ali pelo sistema falho de educação do seu país, e também por estar em uma escola particular. Ia arrastando com as matérias, nunca se dedicou, suas apostilas todas em branco. Só brincava e conversava na aula. Nunca estudava, sua vida era aparentemente puro lazer. Foi assim até o terceiro colegial."
Essa é história bonitinha. O feísmo seria extraído daí, assim:
Esse mesmo garoto, não sabe quanto mal causou. Enquanto ele fazia bagunça na sala de aula, ele atrapalhava quem estava lá para estudar, fazendo com que aquelas pessoas fossem prejudicadas.
Ele tem bons professores, mas ele os vê como idiotas que estão atrapalhando sua diversão. Ele tem material, mas aquelas apostilas serão em sua maioria jogadas fora. Não serão utilizadas. A única coisa que ele insiste em fazer, é atrapalhar os outros, prejudicar sua própria vida, e desperdiçar uma oportunidade.
Seria bom se parasse por aí, mas não para. Como ele não tinha nenhum tipo de bolsa devido a sua situação desanimadora como aluno, pagava o preço integral da escola. Mensalidade que vale um salário mínimo. Já parou para pensar em quanto vale um salário mínimo? Se esse dinheiro fosse para uma família carente, bocas seriam alimentadas, e com muito mais chances, os filhos dessas famílias aproveitariam muito mais uma escola do que esse aluno.
Então paremos com essa história, e contemos a história de uma mulher:
"Uma mulher, 26 anos, chamada Catarina, procura em uma escola particular uma bolsa integral de estudos para apenas o terceiro ano. Ela trabalha de doméstica e às vezes pega o turno da noite em uma lanchonete. Porém, ela tem um sonho: Se formar em biologia. E nem que se ela ficasse sem dormir, apenas para estudar, ela aproveitaria uma chance para tentar passar em uma universidade. Infelizmente, não era possível para uma escola providenciar uma bolsa de estudos para uma pessoa que não mostrava garantia de passar em um vestibular."
Mesclando as duas, temos dois comportamentos totalmente opostos. A atitude do aluno, quando confrontada com a atitude da mulher, gera revolta. A primeira história parece zombar da segunda, olhar para ela, jogar todo seu desprezo. Enquanto a outra, sem alternativa, tem de continuar sua dura rotina.
Quantos casos já não vimos assim? Muito mais casos da primeira história do que da segunda, mas mesmo assim, ambos são numerosos.
Então a lógica desse texto volta à tona "tudo pode piorar".
O primeiro sentimento que muitos podem ter pelo menino é de raiva, que a culpa desse mundo está em pessoas como esse garoto que não dá valor ao que tem. Então eu digo: Não, vamos aprofundar mais um pouco a situação.
Em primeiro lugar: A história da menina é continuação da história do menino. Exatamente isso. Antes de ter seus 26 anos, a mulher também foi uma estudante, e teve a mesma atitude de Júlio. Só brincava nas aulas, e não dava valor a oportunidade que tinha. Posteriormente, ela não passou em nenhum curso, e teve que aprender com a vida, algo que ela, como ele, fizeram com uma atitude infantil e idiota.
Vai se unir quando as pessoas tomarem consciência de se alertarem e alertarem os outros, de forma com que ninguém seja alienado da bondade.
Esteja você, na idade em que estiver, pare de ler o texto, e olhe a sua volta, esse mundo é bom? Pergunta difícil de lidar não? Bom, então faremos o seguinte, irei discorrer com a visão de alguém que sofreu pouco, muito pouco, então talvez esteja menos anestesiado dos efeitos das dores que a vida pode causar.
O MAIS IMPORTANTE DE TUDO: Seu idiota, me perdoem as damas, vou lembrar que antes de lerem esse texto ESQUEÇAM que quem escreve aqui é Arthur. Será melhor, acreditem.
Olá! Meu nome é Arthur. (Mas não o Arthur que você está pensando) Estou escrevendo um texto motivado pelos sentimentos negativos do homem. Situações corriqueiras - Sei que parece incrível, mas coisas ruins fazem parte das situações corriqueiras - me influenciaram a escrever.
Somos falsos, mentimos. Somos fracos e sem coragem. Mas ainda dizemos boas palavras.
O caso é que, a vida é um sofrimento total, para alguém que é bom. Se você acha que a vida não é ruim, que viver é uma dádiva, você não é uma pessoa totalmente boa.
Saiba em primeiro lugar, que você, está matando pessoas. Sim, para você viver, você mata as pessoas. Mas isso é tão injusto! EU não tenho culpa! Imagina se não, esse seu pensamento é um dos principais problemas do mundo.
Quero ver quantas pessoas entrarão em conflito com o que eu vou dizer aqui, obviamente que a maioria não irá se pronunciar, mas isso é bonito. É bonito, por que estou falando dos problemas do mundo, e você não vai se preocupar com eles! NÃO! Vós preocupareis com os meus erros, e não vereis eu estou apontando o dedo para vós e para mim.
Feísmo é a palavra. Feísmo é a reflexão. A noção de como tudo pode ser feio. Irei exemplificar em uma história, uma não, várias.
"Um garoto chamado Júlio tinha acabado de entrar no colegial. Ele só estava ali pelo sistema falho de educação do seu país, e também por estar em uma escola particular. Ia arrastando com as matérias, nunca se dedicou, suas apostilas todas em branco. Só brincava e conversava na aula. Nunca estudava, sua vida era aparentemente puro lazer. Foi assim até o terceiro colegial."
Essa é história bonitinha. O feísmo seria extraído daí, assim:
Esse mesmo garoto, não sabe quanto mal causou. Enquanto ele fazia bagunça na sala de aula, ele atrapalhava quem estava lá para estudar, fazendo com que aquelas pessoas fossem prejudicadas.
Ele tem bons professores, mas ele os vê como idiotas que estão atrapalhando sua diversão. Ele tem material, mas aquelas apostilas serão em sua maioria jogadas fora. Não serão utilizadas. A única coisa que ele insiste em fazer, é atrapalhar os outros, prejudicar sua própria vida, e desperdiçar uma oportunidade.
Seria bom se parasse por aí, mas não para. Como ele não tinha nenhum tipo de bolsa devido a sua situação desanimadora como aluno, pagava o preço integral da escola. Mensalidade que vale um salário mínimo. Já parou para pensar em quanto vale um salário mínimo? Se esse dinheiro fosse para uma família carente, bocas seriam alimentadas, e com muito mais chances, os filhos dessas famílias aproveitariam muito mais uma escola do que esse aluno.
Então paremos com essa história, e contemos a história de uma mulher:
"Uma mulher, 26 anos, chamada Catarina, procura em uma escola particular uma bolsa integral de estudos para apenas o terceiro ano. Ela trabalha de doméstica e às vezes pega o turno da noite em uma lanchonete. Porém, ela tem um sonho: Se formar em biologia. E nem que se ela ficasse sem dormir, apenas para estudar, ela aproveitaria uma chance para tentar passar em uma universidade. Infelizmente, não era possível para uma escola providenciar uma bolsa de estudos para uma pessoa que não mostrava garantia de passar em um vestibular."
Mesclando as duas, temos dois comportamentos totalmente opostos. A atitude do aluno, quando confrontada com a atitude da mulher, gera revolta. A primeira história parece zombar da segunda, olhar para ela, jogar todo seu desprezo. Enquanto a outra, sem alternativa, tem de continuar sua dura rotina.
Quantos casos já não vimos assim? Muito mais casos da primeira história do que da segunda, mas mesmo assim, ambos são numerosos.
Então a lógica desse texto volta à tona "tudo pode piorar".
O primeiro sentimento que muitos podem ter pelo menino é de raiva, que a culpa desse mundo está em pessoas como esse garoto que não dá valor ao que tem. Então eu digo: Não, vamos aprofundar mais um pouco a situação.
Em primeiro lugar: A história da menina é continuação da história do menino. Exatamente isso. Antes de ter seus 26 anos, a mulher também foi uma estudante, e teve a mesma atitude de Júlio. Só brincava nas aulas, e não dava valor a oportunidade que tinha. Posteriormente, ela não passou em nenhum curso, e teve que aprender com a vida, algo que ela, como ele, fizeram com uma atitude infantil e idiota.
A culpa então é de quem?
Será que Júlio e Catarina deveriam receber a culpa por suas atitudes? Complicado. Vou responder com duas visões, que posteriormente se unirão.
1ª. Os motivos? Temos motivo para tudo, mas muitas vezes, esses motivos não são conscientes. Não, não estou tirando a culpa deles. Será que é falta de pensar? Talvez. O lugar onde estamos, dá abertura para que isso aconteça. A sociedade onde vivemos. Em um país que tenta emburrecer as pessoas cada vez mais com distrações, verdadeiras "políticas do pão e circo", manipulação da mídia e tantos outros recursos.
O protótipo de uma pessoa como Júlio, não parece ser tão nocivo a corrupção, por exemplo. Ao contrário meus amigos, é um perfil muito interessante. Pois será uma pessoa que não questiona, que engolirá o que o governo disser, e viverá sua vida sem perceber que o jogo da seleção é só para distrair de mais uma CPI.
2ª Podemos pensar: Talvez ambos deviam ter muitos conflitos em casa. Mas então eu não deveria colocar isso na minha primeira visão? A qual eu estava apresentando fatores externos que influenciavam aquelas atitudes? Não. Por quê? Bom, vamos a mais uma história.
"Uma família de renda razoável sofria com um problema constante: o alcoolismo do pai. A família era composta por uma mãe, um pai, e dois filhos. Em muitos dias, o pai ia do trabalho para o bar, voltava, espancava a mãe, e batia nos filhos. Essa história se prolongou, até que um dia o pai morreu, e os filhos cresceram.
Um dos filhos seguiu o mesmo destino do pai, possuía o vício do álcool, causando muitas brigas em seu lar. Quando questionado sobre o porquê de ter esse destino, respondeu:
— Ah! Meu pai era um bêbado, batia em minha mãe. Eu tive uma infância terrível... Isso me marcou muito, e acabou com a minha vida.
O outro filho, por incrível que pareça, seguiu uma carreira de sucesso, se tornando um cientista famoso. Quando questionado sobre a razão do seu enorme sucesso, respondeu:
— Ah! Meu pai era um bêbado, batia em minha mãe. Eu tive uma infância terrível... Só não quis isso para a minha vida.
Respondendo
A quem culpar? A nós mesmos, essa é a resposta. A nós por que preferimos tudo fácil, e não nos esforçamos, por censurarmos os criativos, justamente por que não conseguimos fazer igual. Por todas às vezes que dizemos a uma criança para não sonhar, só por que meu amigo, não fomos capazes de acreditar em nossos próprios sonhos. Pelas vezes que vimos alguém precisando de ajuda, e não custava nada ajudar, a não ser o nosso precioso tempo. Por todos os conflitos que criamos, por temos inveja de alguém que se sai melhor. Por mentirmos, termos pensamentos maus sobre as outras pessoas. Nós sentimos ódio, nos vigamos e magoamos uma pessoa. Muitas vezes por orgulho. Muitas vezes apenas para querer mostrar algo que não somos.
Jogo toda essa culpa, em cima de mim, e em cima de você. Os verdadeiros responsáveis por toda tristeza de muitas histórias. Por que você não sabe, mas eu e você magoamos muitas pessoas, e elas se lembram das palavras e atos que fizemos contra elas. E se elas forem más com outras pessoas, nós teremos a nossa bela parcela de culpa.
Então agora vou levantar a minha bunda dessa cadeira, e tentar me redimir um pouco dessa minha culpa. Por que nós vamos morrer meu amigo, não há oração que irá te salvar. Fazer o bem é a coisa mais difícil que há por aí, e não é justificando com coisas do tipo "Todo mundo é assim, todos nós pecamos". Vamos todos para o esquecimento, e se você não for, eu puxo seu pé quando estiver dormindo.
médico o caralho.
Vai se unir quando as pessoas tomarem consciência de se alertarem e alertarem os outros, de forma com que ninguém seja alienado da bondade.
sábado, 18 de agosto de 2012
Quando os Dinossauros dominavam a Terra
Com essa introdução espero mostrar
A vida que tomei e a qual irei levar
E que a cultura pop me tome!
Se escolho ou não, eu consumo
Não resisto, pois tenho fome
Não leio, nem assisto eu fumo
Crio meu personagem no Diablo
Parece ser o melhor até agora
"Seu nome era Pablo"
E nesse ritmo quase me esqueço
O meu Super-Nintendo
Já está ligado, irei jogar
Vou jogar por um bom tempo
Acho que esse nunca vou abandonar
Com meu Rock faço minhas roupas
Visto só preto ou não visto nada
E então me lembro das poucas.
Não me orgulho muito disso
Então eu simplesmente xingo
O caminho mostra, o Mestre Yoda
Senhor Légolas ensinais teu amigo
Como ter um cabelo tão foda
Tá na mesa! É hora de D&D
Como eu gosto de ser assim
Opa, já está na hora do meu anime
E não se esqueça das elfas
Ahh, vão ficar de wallpaper
Ultimamente os games melhoraram
Sem isso tudo não posso viver
Então preparo minhas músicas
E no MEIO irei escancarar a ideia
Finalmente, o desenrolar da minha Epopeia
Foi cedo quando percebi
Que quando eu nada sabia
Ao mesmo tempo prometi
Que eu me lembraria para sempre
Das horas ao Super-Nintendo
Do tempo na televisão
No Boss quase morrendo
Diversões que parecem/pareciam em vão
Então eu vivi com crianças
Eu era uma delas
Me armava de fogo, escudos e lanças
Nas colossais batalhas amarelas
E no céu azulado
Via meus heróis dizendo:
"A luta acabou! Goku, obrigado!"
É, assim fui vivendo
Vi os mestres da comédia atuando
Reconheço, tudo isso valeu a pena
A comédia da vida simples, aprendendo e errando:
"A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena"
Quando vi os primeiros grãozinhos indo
Da minha imaginação incrível
Algo que surgiu foi contribuindo
Para que eu não sentisse tanta falta
Então, quando eu abri um livro
Encontrei lá tudo! E a cada página:
Agora já posso partir, tenho tudo que preciso.
Minha aventura! Minha busca ávida
E tudo isso foi sozinho
Mas não posso esquecer dos momentos
Que passei juntos aos meus amigos
As alegrias e os desalentos.
Não existia descanso. Era insaciável.
E quando me deitava para dormir
Ficava a espera de um sonho inigualável
Para que no meu sono, ainda pudesse me divertir
Foi então que cheguei por fim
Ao término de época tão boa
Onde as perguntas ignoradas por mim
Era trocadas por imaginação, de tão simples atoa!
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