segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A$$A$$INO

Money.. it's a hit.
https://www.youtube.com/watch?v=cpbbuaIA3Ds

O que é o dinheiro? Papel? Riqueza? Equivalência em qualquer produto que se possa imaginar?

...Felicidade?

Não posso responder-vos, porém adianto: É grande integrante de um espírito de época; sua essência.

Zeitgeist - Addendum

https://www.youtube.com/watch?v=Z71lo_OeD34

E no final do vídeo uma entrevista com Peter Joseph (produtor, diretor e narrador da série Zeitgeist).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Limiar do controlado

Quando as regras não servem.

É quando a fome bate
O medo assombra
a carne sucumbe
A mente vacila

Mente. Mind.
Mentalize.
Mental - lise.

http://www.youtube.com/watch?v=8Bp-cgUQpbk&hd=1

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A pale blue dot

O que realmente é real nisso tudo? Eu acredito que inventamos quase tudo do que vivemos. São apetrechos virtuais: sistema, guerras, religiões, gramática,etc.

Então quando paro para pensar nisso, simplesmente o ódio torna-se completamente esvaído de sentido. Acredito que esse vídeo foi uma escolha feliz, principalmente após a última postagem. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Fazemos muito barulho

Os humanos que nunca hesitaram ao proclamar a terra como pertencente à humanidade, são justamente aqueles que por sua vez não carregam um senso de coletividade. Não existe "nosso" dentro do "meu", existe apenas meu.

E eles sempre possuem seus representantes, que vêm a cada geração. E como serão punidos? Impossível, quando morrem simplesmente dão seu lugar a outro macaco ambicioso.

http://www.youtube.com/watch?v=8APbPfy3atg&hd=1

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Olhe no espelho

Não ousaria responder a pergunta que é apresentada como título nesse documentário. Muito menos relacionar a resposta a seu conteúdo, porém, fez-se iluminador e provocante, e por isso invoco-o.

https://www.youtube.com/watch?v=o7TZLnL7HLA&hd=1

Quem somos nós? Não... Prefiro: Do que somos feitos?

domingo, 18 de agosto de 2013

Sonichi

     Não pretendo condecorar esse período com belas palavras ou adulações desnecessárias. Meu interesse não é chamar a atenção, nem atingir o máximo de olhos possíveis. Eu descobri que aqueles que me interessam virão, se eu me manter no caminho.
     Portanto, deixo como a primeira amostra, introduzo a primeira gota, deixo a pegada pioneira. Esse documentário possui suas falhas, claramente. Porém, foi um dos que mais se aproximaram de algo realmente valoroso que não mediu esforços para desmascarar as mentiras mais contadas para a  humanidade.

Zeitgeist.

Espírito de época.

A humanidade, no caminho do mal.


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Exórdio

Como meus dedos formigam, não consegui ficar sem digitar essa introdução.

Não só os dedos, miseráveis, pois são usados pela mente, para manchar a vida dos outros. Através de um movimento descompassado transmito ideias que mais me parecem fetos abortados, já que saíram da placenta da minha mente.

É evidente que os eventos da minha vida são traduzidos muitas vezes em textos do blog, pois bem, dessa vez uma situação que já vinha se arrastando há um certo tempo finalmente esvaneceu-se, ou pelo menos é o que eu acredito que tenha ocorrido.

Bem, é por isso que não estou num momento crítico que produziria um texto por sua vez mais ácido. Não é minha intenção corroê-los hoje, de qualquer forma. E após esse breve vestíbulo, vamos ao grande anúncio!

Em quatro dias começarei aqui no blog um período estranho, no qual irei publicar artigos, excertos,  vídeos e o que me for possível para mostrar-lhes conhecimentos que na minha opinião devem ser espalhados. Admito: a maioria das pessoas simplesmente não quer saber, mas quem são vocês que leem este blog?

Exatamente, quem são vocês?

Eu não sei. Mas, digo uma coisa: Vou-lhes mostrar quem sou eu.

Ou pelo menos tentar.

***

     Essa atitude vem da minha vontade imensa de conhecer-vos. Adianto que muito do que eu vou publicar é chato, cansativo, e provavelmente alguns vídeos terão durações cinematográficas. Tudo isso, é claro, eu reuni talvez durante anos, e portanto não recomendo que sejam consumidos com a frequência com que vou postar aqui.
     O meu objetivo com tudo isso, é lançar uma luz ao meu tipo de pensamento, mostrando claras influências aos meus textos, e mais importante, à minha pessoa.
      
































HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA


Realmente achais que era por isso? 

É porque... Na soslaia dessa atitude, é um teste. É muita prepotência minha acreditar que mostrar-vos-ei a verdade, não? 
Mas ainda assim não existe contra-indicação para o que eu pretendo. Esse "teste", é uma forma de aprender mais ainda, só que com quem tiver a possibilidade de ler o que vou postar. 

Acima de tudo, é porque eu acredito que tenho que passar isso adiante, e por mais que muitas vezes certas sapiências pareçam mais maldições, considero que elas são só assim, por que as verdadeiras maldições estão mascaradas como bençãos.

Faço pela humanidade. Mas isso não quer dizer nada...

domingo, 7 de julho de 2013

Orgasmo messiânico

Os budas ou cristos de hoje em dia, onde estão? Provavelmente são pessoas normais, provavelmente até converso com eles. Porque somente um buda ou um messias pode resolver essa vida cheia de problemas, e que problemas? Tudo invenção, ou será que a árvore se preocupa se está bonita, ou se não está balançando as folhas demais?

Essa conversa de buda me faz rir. Sempre queremos encontrar com um ancião barbudo que nos diga o que fazer da vida, bem, hoje em dia talvez você encontre o homem velho e barbado, mas provavelmente quando perguntar pela vida ele vai mandar você se foder.

É porque não fazem anciãos como antigamente. E já que antigamente é um lugar onde não podemos ir, o sábio contemporâneo pode estar certo. (risos)

Escrever não é coisa enfadonha, ou deprê. É ESFOLIANTE! Sim, digitar e digitar aqui é nada mais nada menos que esfoliante. Agora, né... Algo que é assim pra mim, não é pra todo mundo. Aliás, proponho uma problemática aqui

As camisinhas são democráticas? Ahá, te peguei agora hein.

Bem, pára de esfregar agora menino! Sabe o que acontece quando se chega perto do AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHh....! 

sábado, 29 de junho de 2013

Mais um menino

Ô  menino levado! Levado como todo menino
Seus olhos só me diziam meninices
Não era preto, nem mulato, nem albino
Era café com leite, nem muito café, nem muito leite

***

Ô menino direito! Aprumado como era devido
Seus olhos só me diziam chatices
Não era preto, nem mulado, nem albino
Era de cor cinza, de enfeite

Cresceu - e como crescem rápido!
Virou rapaz magrelo, mas bonito, cabelo partido
Ainda não tinha seus quinze anos, era sabido
até onde ninguém interferia, até onde não era chato

Padeceu sob a luz do dia, ê tristeza.
Se quando criança era arteiro e lépido,
agora escrevia sua nova pobreza
De levado foi a direito, certo e cético

Começou a enamorar e atestar. Arranjar o visto alheio
Emitiu os sorrisos falsos, arrancados ou sintetizados
Tava no circo, na praça, na roça e  no rodeio
Era o menino direito.

Começou a sonhar, mas logo bichou-se
viu que não era desses, nunca foi, nem será
Ficou parado até crescer raiz. Ah! se amasse...
Amou a primeira e a beijou sem ardor, sem amar

E foi vivendo e vivendo até enfadar-se
Já não aguentava mais existir, fez mais força
foi quando olhou para o relógio e viu nesse
Que a hora que passa é o laço da forca

Devagarinho até pra se esganar, ô menino...
Fala pouco e quando fala sempre concorda
Discorda concordando, mas nunca apenas discorda
E pra que provocar, pra que cutucar e tocar o sino?

Solidão era sua sombra, acompanhava as raparigas
Menino direito, sabia como manobrar o carro
E se de repente anda muito na linha, arranja briga
"Ô, minha mãe, sou direito, não perfeito!"

Às vezes ele conhecia meninos tentados, olha só
Eram barulhentos, infelizes, ai que dó!
falavam demais, e se perdiam na confusão
enquanto o menino ficava parado apreciando a visão

como tudo em sua vida medíocre.
Ainda os chamava pelos seus nomes, os levados
Não percebia seu olhar tão míope
que entre eles era amado e apreciado

E o que não valia era sua pressa em ser alguém
Faltava entender que não existe menino direito
E que a vida é feita de poréns e não améns
E que se existe algo doloroso é algo não feito

Mas seu porém não permitiu-lhe ver a sua vida
Então de menino passou a homem, louvou
Viu um pouco da angústia, da existência sofrida
Provou do sexo e por fim, gozou

Um dia num lago e pela manhãzinha
Avistou um cisne que lembrou da época doce
Longe agora, das primeiras intrigas
Que permearam sua vida tosca

O cisne parou nas pedras, e ficaram essas 
Paradas... paradas... pois eram pedras.
E não pedras-humanas, aquilo que ele foi
Ele saía da frente quando alguém vinha passar, as pedras não.

O menino levado se lembrava bem
Era como uma bela estação de trem
Pois havia local mais adequado? 
Via o menino direito, ali parado.

Ele avançava e voltava. Ia, não ia
Pulava sem tirar os pés do chão
Empinava, gritava, sem abrir a boca; sorria
Quando no fim disso tudo, não saia do lugar

"Isso já não é mais de minha preocupação
Essa comoção, sensação de ilusão
Não faz parte do meu ser alienado de mim mesmo
Eu sei, isso não é coisa de homem direito"

***

Formou
Casou
Orou
Rezou
Chorou
Louvou
Negou
Julgou
Amansou a fera
Cuspiu na tela
Amaciou a terra
Domingou e os filhos criou

Ô menino, que fizeste tu com a tua vida? 
E por que insistes tanto na mesma ladainha?
Vem pro lado que te pertence, o lado da amizade e do de repente!

Olha pros olhos dos teus amigos e vê o perigo
De zombar deles quando mais precisam, 
De um amigo... de um menino

Levanta a tua mão!
Sem que peçam, apenas faze
Salva teu destino...

Solta as travas da vida
Faze dos amigos as emendas
Que mantêm as fivelas unidas

Não queiras ser o direito
Sê tu e já terás feito
Aquilo que mais desafia;
A tua esperada alforria

Vais então conseguir amar de verdade, e também serás amado.